segunda-feira, 24 de junho de 2013

Uma discussão que sempre começa a surgir agora que estamos mais calminhos com a proximidade das férias, mas antenados no 2o. semestre , é sobre  validade da aplicação das provas externas e qual a repercussão delas no ritmo das aulas:

Pelo que pode ser aferido nos textos a utilização do Saresp torna-se cada vez mais um norteador do currículo e do planejamento escolar.  Uma vez que ele é a ferramenta que cria uma cultura avaliativa na rede estadual paulista. Essa cultura, no entanto, auxilia a implantação de um currículo unificado e de reformulações na metodologia da avaliação em larga escala. Quando foi incrementado em 2008, o Saresp e passou a nortear a grade curricular de todas as instituições estaduais de São Paulo, começou a reduzir a defasagem dos alunos.Mas isto só acontece se  o trabalho é bem aproveitado, pois ajuda a desenvolver as habilidades num processo de construção do conhecimento do aluno.
     Ao analisarmos o currículo oficial e as matrizes do Saresp podemos perceber claramente a aproximação entre o currículo oficial, as matrizes e os materiais didáticos disponibilizados para professores através dos cadernos do professor e do aluno.Esses materiais apresentam situações de aprendizagem que visam orientar e apoiar, a partir do currículo, o trabalho docente em sala de aula.
   Por isso a necesidade de permanência das avaliações em larga escala , pois elas permitem compreender como seus resultados repercutem na escola e no trabalho pedagógico.É a partir dos resultados da escola e das turmas que os dados são analisados e orientam o trabalho escolar, definindo habilidades, competências e conteúdos a serem ensinados e ajudam definitivamente na implementação do currículo escolar de maneira integralizada.


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